
Lucs falando. No último dia 27 de junho, zerei Corpse Party, que faz parte da tetralogia que importei — já que a versão de Switch foi banida da e-Shop ocidental.
Eu não esperava que o jogo fosse me pegar tão de jeito. Ele nasceu no RPG Maker e depois foi refeito no RPG Maker XP, sofrendo tantas modificações que hoje mal parece algo feito nessa engine. Blood Covered: Repeated Fear é o primeiro de quatro jogos, e o que mais me impressionou foram os textos e as interpretações de voz. Foi uma experiência muito similar à época em que eu ouvia “Histórias que o Povo Conta” no rádio, onde grande parte do impacto depende da imaginação do espectador.
Não que Corpse Party seja uma mera Visual Novel; você tem controle, explora e resolve quebra-cabeças. Mas a narrativa é tão visceral que, só de ler o sofrimento das vítimas, eu já fazia cara feia. A história é extremamente bem conduzida e me deixou instigado para saber o que vem a seguir.
O game ainda conta com histórias paralelas que são desbloqueadas à medida que você encontra os corpos das vítimas. Dessa parte eu vi apenas uma porção. Confesso que, com o tamanho do meu backlog, não vou me dar ao luxo de caçar todas as side stories agora.
Agora, vou dar um tempo mudando um pouco de ares com outro jogo antes de partir para a continuação, Book of Shadows, que pelo que li, pende bem mais para o estilo Visual Novel clássico.