Diário Gamer – Junho 2026


Olá, Ivs aqui.

Durante o texto, eu poderei utilizar as seguintes classificações:

  • Jogo(s) abandonado(s): Jogos que decidi largar de mão. Ou eu já não estava mais me divertindo, ou acabei pausando por um período muito longo e não consegui voltar com o mesmo entusiasmo inicial.
  • Jogo(s) ressucitado(s): Jogos que estavam abandonados, mas, por algum motivo, voltaram ao meu grupo de jogos ativos.
  • Jogo(s) pausado(s): Jogos que parei de jogar momentaneamente e pretendo retomar assim que tiver um pouco mais de tempo livre (trabalho e vida no geral). Às vezes são jogos grandes e eu pauso para encaixar alguns jogos pequenos entre as jogatinas.
  • Jogo(s) ativo(s): Jogos que estou jogando no momento, com o intuito de chegar ao fim. Devido ao meu tempo disponível, geralmente finalizo os jogos de maneira casual: ou seja, uma vez para ver a história e é isso. Atualmente, poucos jogos me incentivam a buscar 100%.
  • Jogo(s) rápido(s): Um jogo rápido que eu deixo instalado (ou a mídia física facilmente acessível) para partidas rápidas.
  • Jogo(s) testado(s): Jogos e demos que testei.
  • Jogo(s) futuro(s): Jogos para os quais estou me preparando para jogar em um futuro breve; seja porque alguma atualização importante irá sair, seja porque foram anunciados.

Com isso em mente, vamos direto ao ponto.

Jogos abandonados:

Last Flag – PC (Steam)

“Abandonado” talvez não seja a melhor forma de classificar Last Flag em junho. Eu simplesmente joguei o jogo demais e o deletei do meu computador (apesar de ainda tê-lo instalado no computador do trabalho para jogar em alguns horários de almoço).

Reitero que o jogo é realmente divertido. Mas já no começo do mês, eu tive algumas partidas onde eu enfrentei somente bots, ou no máximo 1 ou 2 jogadores. Talvez o jogo já esteja caindo em relevância — o que é uma pena, mas também uma consequência do mercado competitivo atual.

Jogos pausados:

Pokémon Pokopia – Nintendo Switch 2

Infelizmente, Pokémon Pokopia ainda está pausado na minha lista de jogos. Na verdade, eu até carreguei meu save para apresentar minha ilha principal a alguns amigos, comprei umas plantas e flores no PC e… foi só isso.

Mas como eu disse, ainda pretendo voltar, ainda mais depois do anúncio dos DLCs aquáticos.

Jogos ativos:

Dragon Quest III 2D-HD Remake – Nintendo Switch

Esse é o primeiro Dragon Quest que eu jogo de verdade, do começo ao (quase) final. Eu estou surpreso com o fato de que o jogo tem tantas reviravoltas. Eu tenho a impressão de que o jogo já deveria ter acabado duas vezes — mas sempre acontece algo novo.

Não sei como não falar sem dar spoilers, então evitarei muitos detalhes, mas o que acontece é que, ao derrotar o grande vilão do jogo… você descobre que ele era na verdade manipulado e influenciado por uma força maligna ainda maior e mais forte. Até os próprios personagens do jogo ficam chocados com isso. Com isso, basicamente um novo mundo, com seu próprio mada mundi, se abre. Ele é menor que o mundo principal, mas ainda requer que a gente explore o mapa e as cidades, a pé e a barco.

Path of Exile 2 – PC (Steam) / PlayStation 5

A nova, e maior, atualização de Path of Exile 2 saiu no final de maio. O jogo completo ainda não foi lançado, e sua versão 1.0 está prevista para o final desse ano. Mesmo assim, eu vi o lançamento dessa mega atualização como uma ótima oportunidade de voltar ao jogo e experimentar o ato 4 da história principal e novas mecânicas.

Dividi minha jogatina entre o PC (onde eu jogava bastante no computador do trabalho, no horário do almoço) e o PlayStation 5. Construí um mercenário e consegui criar uma build bem interessante e forte — sem recorrer a guias. Minha build é focada em projéteis de besta de gelo.

O ato 4 do jogo é realmente muito legal, tanto visualmente quanto em termos de história, que não é linear e permite a cada jogador avançá-la como deseja. Além disso, ela conta com muitos chefes criativos. Ao acabar o ato 4, temos um epílogo, em que visitamos novamente mapas dos atos 2, 3 e 4, mas com algumas mudanças.

Após finalizar o epílogo, quase no level 70, decidi parar de jogar e não continuar com os mapas — ou seja, o end game do jogo (que eu sei que faz parte da grande atualização da temporada atual), pois gostaria de explorar outros jogos do meu backlog.

Super Monkey Ball Banana Rumble – Nintendo Switch

Sou fã da série Super Monkey Ball desde o Nintendo Gamecube. Super Monkey Ball Banana Rumble foi lançado para o Nintendo Switch em junho de 2024. Lembro de ter comprado ele em uma promoção ainda naquele ano, mas só fui tirar o lacre e jogá-lo esse mês.

E que bela surpresa eu tive! Super Monkey Ball Banana Rumble possui controles responsivos, um design de fases desafiante e um nível de dificuldade elevado. O jogo também tem história, mas eu fiz questão de ignorar e pular tudo, hahaha.

Zerei o jogo na última semana de junho e gostei bastante do que foi apresentado. Para fazer 100%, o que eu não fiz, é necessário passar de todas as fases, atingindo 3 objetivos especiais: completar a fase em menos de X segundos, completar a fase coletando ao menos Y bananas e completar a fase coletando a banana dourada. Após zerar o jogo, você também desbloqueia fases extras, ainda mais difíceis, com temáticas dos mundos do jogo principal. Fiz questão de jogar essas fases também.

Super Monkey Ball Banana Rumble é, na minha opinião, o retorno aos tempos dourados da série. Espero que tenhamos uma nova adição à série para o Nintendo Switch 2.

Scott Pilgrim EX – Nintendo Switch

Esse jogo está disponível em outras plataformas e oferece cross-play. Inclusive, joguei quase todo o jogo com um amigo que estava jogando no Playstation 5.

Scott Pilgrim EX é um beat n’ up (ou seja, famoso “briga de rua”) inspirado nos personagens das HQs Scott Pilgrim vs the World, e continua a história logo após o gancho do final da série animada da Netflix. Em 20XX, Toronto está no meio de uma batalha de gangues de veganos, demônios e robôs. No meio dessa confusão, os membros da banda Sex Bom-omb são raptados por um misterioso robô na forma de Scott Pilgrim, apelidado de Metal Scott.

Depois dessa introdução, nós podemos montar um grupo de até 4 jogadores e escolher um entre vários personagens para a aventura: Scott Pilgrim, Ramona, e vários dos ex-namorados da Ramona.

O jogo é um beat n’ up de exploração, no maior estilo River City, que voltou à popularidade com a série River City Girls.

Ainda não zerei o jogo, pois quero finalizar com meu amigo.

Portal Revolution – PC (Steam)

Portal Revolution é um mod gratuito e stand-alone de Portal 2 lançado em 2024. A história, apesar de não ser oficial, tem todo o carinho e a profundidade de uma história oficial. Os eventos se passam no universo de Portal, anteriores aos de Portal 2.

Assim como nos jogos originais Portal e Portal 2, Portal Revolution possui uma progressão por meio de puzzles de plataforma. O jogo só possui campanha single-player.

Wipeout Collection – PlayStation 4

Wipeout Collection é uma coletânea de 3 jogos da era HD da série Wipeout: o remaster de Wipeout HD (originalmente lançado para o Playstation 3), o remaster de Wipeout Fury (originalmente lançado para Playstation 3 também) e um port em alta resolução de Wipeout 2048 (originalmente lançado para o PS Vita).

Eu gosto muito da série Wipeout e joguei os 3 jogos em suas respectivas plataformas. Voltar a esse mundo é incrível, e todos os jogos ainda se sustentam muito bem em termos de gráficos e mecânicas.

Apesar da versão atual da coletânea ser para PlayStation 4, estou jogando no PlayStation 5.

Jogos rápidos:

Twinkle Star Sprites – Nintendo Switch

Twinkle Star Sprites é, na verdade, um jogo de 1996 para Arcade e Neo Geo, mas que também teve versões para Sega Dreamcast e Sega Saturn. Um colega do trabalho acabou conhecendo o jogo, pois ele será um dos títulos a serem relançados no Neo Geo AES+, um relançamento do Neo Geo AES com tecnologia moderna.

Encontramos o jogo disponível para compra na eShop do Nintendo Switch (e vi que ele também faz parte da coleção física ACA Neo Geo Collection Vol. 5, para o Nintendo Switch).

Twinkle Star Sprites é um shmup (shoot ‘em up, ou populamente conhecido como “jogo de navinha”) em modo PVP, uma ideia bem diferente. A tela se divide em dois e, assim como em partidas PVP de Tetris, ao eliminarmos inimigos e outros elementos da nossa tela, enviamos ataques à tela do oponente. São uma mecânica e experiência únicas, que parecem confusas no início, mas depois se tornam bastante viciantes.

Temos à disposição uma série de personagens para escolher. Cada personagem possui velocidade e poder de fogo diferentes, além de um tipo de ataque especial e um ataque de chefe único. Encontrar o seu personagem favorito pode levar algum tempo — e saber contra-atacar diferentes personagens e seus ataques também.

Street Fighter 6 – Nintendo Switch 2

Ok, Street Fighter é uma série que não precisa de introdução. Sou fã da série a bastante tempo, mas geralmente só assisto a lutas nos campeonatos oficiais da CAPCOM ou da EVO — pois sou péssimo em jogos de luta. Encontrei uma cópia usada de Street Fighter 6 para Nintendo Switch 2 por menos de 19 EUR e acabei pegando. Foi a minha primeira vez jogando-o.

Street Fighter 6 é mais um jogo com cross-play e, por isso, acabei jogando online com um amigo meu que estava na Steam (PC). A experiência de jogo no Nintendo Switch 2 é muito boa.

Não sei se tenho paciência para aprender a jogar um jogo de luta por conta própria e avançar na história, mas gostei muito de experimentar personagens diferentes com meu amigo.

Bopl Battle – PC (Steam)

Esse jogo me saiu por 16 BRL e, com certeza, valeu todo o investimento. Esse é um couch multiplayer perfeito, com uma arena de PVP para 4 jogadores.

O melhor para entender esse jogo é assistir a um vídeo no YouTube, pois ele é muito simples e direto ao ponto. Jogar online via Remote Play funciona muito bem e meus amigos não sentiram nenhum input lag — inclusive, todas as batalhas estavam bem disputadas.

Jogos testados:

Starfox – Nintendo Switch 2

A demo de Star Fox para o Nintendo Switch 2 foi disponibilizada em 9 de junho. Na demo, temos a oportunidade de experimentar o tutorial e a segunda fase (Meteo) do jogo, além de todas as dublagens. Falando em dublagem, eu ADOREI a dublagem em português brasileiro.

Eu joguei esse demo inúmeras vezes, testando as diferentes saídas e opções de dublagem. O jogo está LINDO!

Infelizmente, ainda não consegui segurar minha cópia (quero comprar direto da Nintendo Store para receber também alguns bônus físicos, como uns pins para colocar em roupas e mochilas), mas a versão física estava com baixa disponibilidade (espero que isso seja um sinal de que o jogo está vendendo bem). Mas um colega do trabalho — o mesmo do Twinkle Star Sprites acima — comprou e nós jogamos por alguns dias no horário de almoço.

Como um grande fã de Star Fox 64, estou achando esse jogo fenomenal. Não vejo a hora de pegar o meu cartucho também e completar todas as rotas possíveis.

Rhythm Heaven Groove – Nintendo Switch

Outro demo da Nintendo que ficou disponível em junho foi o de Rhythm Heaven Groove, o mais novo jogo da série Rhythm Heaven (ou Rhythm Tengoku, no Japão).

Adoro a série desde a época do GBA e também sou fã de outros jogos da equipe, como a série Wario Ware. O demo disponível para baixar nos permite experimentar todas as fases do primeiro mundo, inclusive o remix ao final, e também alguns minigames multiplayer — que não testei.

Fighting Force Collection – Nintendo Switch

Fighting Force é um beat ‘n’ up que foi inicialmente lançado para PlayStation 1, Nintendo 64 e PC (Windows). Sua continuação, Fighting Force 2, foi lançada no PlayStation 1 e no Sega Dreamcast, mas modificou um pouco o estilo de jogo para um misto de beat ‘n’ up e de tiro em terceira pessoa. Lembro que o jogo tinha gráficos incríveis para o Playstation 1, na época.

Fighting Force Collection é, como o próprio nome diz, uma coletânea dos dois jogos para plataformas modernas. A minha plataforma preferida é o Nintendo Switch. O jogo é basicamente uma emulação da versão de Playstation 1 — conseguimos ver, inclusive, o efeito “woobling” nas texturas dos prédios ao fundo. Não testei o Fighting Force 2.

You suck at parking – Nintendo Switch

Sei que esse jogo está disponível em várias plataformas e com um preço baixíssimo. Eu só comprei ele porque encontrei-o por 7 EUR, lacrado.

O jogo é bem divertido, apesar de ter uma vibe de jogo de celular. Pretendo continuar jogando-o quando tiver tempo livre. No final do dia, eu adoro esse tipo de jogo de correr contra o tempo para conseguir medalhas e avançar entre as fases e os mundos.

Tomb Raider I-II-III Remastered – Nintendo Switch

Tomb Raider não precisa de introdução. Essa coletânea está disponível em outras plataformas e inclui os 3 primeiros jogos da franquia, que ficaram bem famosos no Playstation 1 na época — apesar de também terem sido lançados no Sega Saturn e no PC (Windows).

A mecânica mais legal desses remasters é a opção de mudar o motor gráfico em tempo real, apertando o botão + (que eu cismo de chamar de “start”). Isso também comprova que temos aqui um jogo que é um para um com sua versão original em termos de mecânica.


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